
Marcel Proust
A memória voluntária é a inteligência escrava do esforço consciente. A involuntária é o acaso sensorial — uma textura, um cheiro, um gesto — que revela a realidade viva do passado sem deformação. O passado está escondido fora do império do intelecto, em algo material que não suspeitávamos.
“Cessava de me sentir mediocre, contingente, mortal.”





























